terça-feira, 30 de agosto de 2011

AYRTON SENNA e NELSON PIQUET


Quem de nós nunca acordou as 3 da madruga para assistir um grande prêmio de fórmula 1?
Confesso que na minha infância/juventude não gostava deste esporte. Mas em 1978, tinha 14 anos, meu saudoso Pai comentou o seguinte: “Tem um brasileiro aí, um tal de Nelson Piquet, que larga em último lugar e chega sempre entre os 10 primeiros. O carro não é bom mas o cara é valente.” Ele tinha razão. Piquet foi tri campeão de fórmula 1 vencendo os campeonatos de 1981 / 83 e 87. Importante destacar que seus adversários eram, na sua grande maioria, pilotos talentosos como: Alan Jones, Carlos Reutemann, Eddie Cheever, Ayrton Senna, Michele Alboreto, John Watson, Andrea de Cesaris, Elio de Angelis, Nigel Mansell, Alain Prost, René Arnoux, Fittipaldi, Keke Rosberg, Mario Andretti, Bruno Giacomelli, Jean-Pierre Jarier, Jean-Pierre Jabouille, Patrick Tambay, Jacques Laffite, Gilles Villeneuve, Didier Pironi, Riccardo Patrese, Jacques Villeneuve, entre outros.

PIQUET ULTRAPASSANDO SENNA.




Nesse “meio tempo” veio chegando Ayrton Senna o nosso maior ídolo na fórmula 1(bom, pelo menos o meu). Também tri campeão mundial de fórmula 1 - 1988, 90 e 91. Senna, como Piquet, teve pela frente pilotos de altíssima qualidade como: Nigel Mansell, Riccardo Patrese, Gerhard Berger, Alain Prost, Nelson Piquet, Jean Alesi, Stefano Modena, Andrea de Cesaris, Pierluigi Martini, Michael Schumacher, J.J. Lehto, Mika Hakkinen, Martin Brundle, entre outros.

VEJA AYRTON SENNA PILOTANDO NA CHUVA. ESPETACULAR!!!!!!!!!!!!!!!!!!!



AS MESMAS ULTRAPASSAGENS, AGORA DE DENTRO DO CARRO DO SENNA.




Mas por que estou falando deste assunto? É simples! Eu já estou cansado, desanimado, não de acordar às 3 horas da manhã, mas sim de assistir a qualquer prova de fórmula 1 para torcer pelos brasileiros. Como disse no início da matéria, Piquet e Senna, mesmo sem carros competitivos, sempre chegavam às primeiras colocações, mesmo tendo adversários duríssimos pela frente.

Já o nosso Barrichello teve a oportunidade de pilotar uma Ferrari e o máximo que conseguiu foi um vice campeonato. Está certo que o Schumacher era imbatível, mas o nosso Rubinho também teve outro carro competitivo ( Brawn ) e repetiu o vice. O Senna e o Piquet eram pilotos frios, mas, pilotavam eletricamente. Já o Barrichello, é “pé frio”.

E o Felipe Massa? Até parece que vai. Confesso que torço muito por ele, mas ultimamente está dificílimo.

Pena que Nelson Piquet Júnior (Nelsinho Piquet) não foi muito feliz em sua passagem pela fórmula 1. Resta-nos torcer pelo Bruno Senna. Sobrenome ele tem!


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Até a próxima se Deus quiser.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

WELLINGTON TAVARES FAJARDO

Wellington Tavares Fajardo (Etinho), é filho de +Welington Miranda Fajardo (o Guarda) e Marilis Tavares Fajardo. Casado com Ivelise Henriques Fajardo e pai de Vitor e Lucas Henriques Tavares Fajardo. Natural de Leopoldina-MG, mas passou sua infância aqui em São João Nepomuceno onde jogou nas categorias de base do Botafogo e Mangueira.

Iniciou sua vitoriosa carreira nas categorias de base do América Mineiro, em março de 1978. Ainda no América, profissionalizou-se em março de 1981 onde ficou até junho de 1986. No América, em 1985, foi considerado o melhor goleiro de Minas Gerais. Como prêmio recebeu o tradicional Troféu Guará concedido aos melhores da posição. Na oportunidade superou os goleiros João Leite do Atlético Mineiro e Luís Antônio do Cruzeiro.

1983 – América-MG de pé: Wellington, Waner, Luís Carlos, Humberto, Lúcio e Jorge Luís.
Agachados: Adilson, Zezinho, Paulinho, Luís Carlos Gaúcho e Augusto

Transferiu-se para o Cruzeiro Esporte Clube em Junho de 1986, onde jogou 80 partidas pelo clube celeste. É o 15º goleiro entre os 90 goleiros da história do clube que mais jogou com a camisa do Cruzeiro. Sendo campeão mineiro de 1987, vice-campeão da 1ª Supercopa da Libertadores da América em 1988, e campeão de vários torneios na Europa, como, por exemplo, Torneio cidade de Pamplona, Torneio cidade de Alicante, Torneio cidade de Madri - vencendo o Atlético de Madri na final por 2 a 1, isso em agosto de 1986.
1987 – de pé: Ademar, Balu, João Batista, Geraldão, Wellington e Andrade.
Agachados: Robson, Douglas, Eduardo, Ernani e Edson

NO BLOG DE HOJE, DOIS VÍDEOS COM GRANDES DEFESAS DO GOLEIRÃO WELLINGTON. ABAIXO, O 1º VÍDEO.

Narração de +Fernando Sasso e Luciano do Valle.

Em setembro de 1989 transferiu-se para a equipe do Vila Nova de Goiás, em 1990 defendeu a equipe do São José, de São José dos Campos (SP), em 1991 defendeu a equipe do América, de São José do Rio Preto (SP), e outras equipes do futebol brasileiro até encerrar a carreira em 1995.
Iniciou sua carreira de Técnico de Futebol em 1997 nas categorias de base do Villa Nova de Nova Lima (MG), em 2000 foi auxiliar técnico da seleção sub-20 do Qatar. Teve sua primeira experiência numa equipe profissional, no Tupi de Juiz de Fora, onde trabalhou nos anos de 2001 2002, 2003 e 2008. Trabalhou também nas equipes da Francana (SP) em 2001, Sobradinho (DF) em 2002, Uberlândia (MG) em 2003, Democrata GV (MG) em 2004 e 2006. Welington é graduado em Educação Física pela Faculdade Salgado de Oliveira.
Informações extraídas do livro “O último homem da defesa” de Antônio Carlos Teixeira Rocha.

Como técnico, Wellington é reconhecido por marcas históricas como ter dado o título mais importate da história de 96 anos do Tupy Football Club (Campeão da Taça Minas Gerais 2008) e ter a maior série invicta do Tupy Football Club de 23 partidas entre 2001 e 2002.

Sem falar que como técnico do Uberlândia Esporte Clube, nas 29 partidas, Welington Fajardo jamais perdeu em casa.


Em 2008, campeão da Taça Minas Gerais, primeiro título do Tupi a nível estadual em 96 anos de história, classificando-o para a Copa do Brasil 2009. Campeonato Mineiro 2009, assumiu o Uberlândia na lanterna do campeonato e conseguiu livra-lo do rebaixamento.
Fonte: grade área – futebol interior

Etinho e a conquista inédita.


2º VÍDEO COM IMPORTANTES DEFESAS DO GOLEIRO WELLINGTON



Curiosidades...
Lembro-me como se fosse hoje... Início dos anos 80, Etinho estava em São João e, mesmo de férias, preocupava-se com a forma física treinando no “saudoso” campo do Botafogo ou em Roça Grande defendendo os potentes chutes do Zeca (Zeca Móveis).

Bem... No centro da cidade, encontrei com Etinho que convidou-me para irmos a Roça Grande onde pudesse treinar, pois, sabia que o Zeca era um dos melhores finalizadores da região(jogou nos juniores do Botafogo-RJ e no time principal da Desportiva-ES) e o trabalho de bola com o “filho do Laluce”, lhe proporcionaria um aperfeiçoamento de seus fundamentos. Na época, eu defendia o time do Alvorada no campeonato da 2ª divisão organizado pela Liga de Futebol de São João Nepomuceno. Em resumo, aproveitei e também dei meus “chutinhos”, mas ao final do treinamento, ganhei duas bolhas, uma em cada tornozelo, impossibilitando –me de jogar a final da segundona.

Como aos 17 anos de idade eu já era fã do Etinho, DE CORAÇÃO, mais valeu treinar com o goleirão ao disputar a final daquele certame. Ah, o Alvorada foi o grande campeão.

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Até a próxima se Deus quiser!

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

José Augusto Barroso, o Gute do Barrosão.


Fica aqui a minha homenagem ao meu amigo e já saudoso Gute. Vamos reproduzir a entrevista concedida a este "dublê" de repórter no início deste ano.

Nome: José Augusto Barroso, mais conhecido como Gute do Barrosão; apelido cuja a origem desconheço. Sou filho de Antônio Barroso(Barrosão) e Maria Pacassini Barroso, ambos falecidos. Nasci nesta cidade de São João Nepomuceno, em 01 de fevereiro de 1934, em uma modesta casa que não conheci em frente ao Clube Democráticos.
Passei parte da minha infância no Largo da Matriz, vindo completar minha formação de garoto e adulto na Rua Nova; privilégio que a sorte reservou-me pelas relações feitas e pelo espaço amplo a prática do futebol de rua, além do espaço, ainda deserto, do morro de São José e os terrenos do Sr. Neca Basílio.
Casei-me em primeiras núpcias co Virgínia Dadalti Barroso, falecida em 1991, e em segundas com Paullete Marie Strogof Barroso. Com a primeira tive três filhos e uma filha, sendo que em 31/07/2005 sofri o rude golpe de perder um dos meninos.

Blog – Começou a jogar em qual time e com que idade?
Gute - Levado pelo Barbosa da tipografia(Totonho Barbosa), aos 12 anos comecei no recém formado infantil do Operário (popular infantil do Waldemiro). Na época o treinamento era no campo do Palestra, clube extinto, onde é hoje o bairro Popular. Enquanto se tentava, mais uma vez, gramar o campo do São José.

Blog – Qual era sua posição?
Gute - Goleiro. Joguei até meus 32 anos.

Blog – Qual foi seu melhor técnico?
Gute - Sr. Waldemiro de Souza, cuja profissão era barbeiro, com salão perto do Correio.

Blog - Um dirigente.
Gute - Destacarei dois, ambos do Operário: Ricardo Pereira Filho e José Maria Gomes, que com orçamento ínfimo realizou a grande obra que é o complexo do Operário Futebol Clube.

Blog - Qual o melhor jogador de sua época?
Gute - Moacir Delgado. Era filho de um tenente do exército que aqui residiu por algum tempo. Isto sem demérito para Ílio da Silva Pinto (coleiro), Neca Beraldo, Shimit, Gongon, Ivan Rodrigues, Luiz Quirino de Freitas, entre outros.

Blog - Antes das partidas, qual atacante tirava o seu sono?
Gute - Ílio (coleiro), pelo futebol excelente que jogava e pela maldade inata.

Blog - Qual zagueiro lhe dava mais confiança nos jogos?
Gute - Zagueiro o melhor foi o Arides, mas destaco também o Laluce, Paiva, Cacau, Caeira, entre outros.

Blog - Como eram os treinamentos?
Gute - Toda semana, inclusive domingo em que não havia jogo. Segunda infantil, terça e quinta adulto, quarta juvenil e domingos as três categorias. Eu era tão “fominha” que houve época em que participava dos treinamentos das três categorias.

Blog - Hoje foi meu dia! Qual partida você terminou com este sentimento?
Gute - A partida que mais alegria me trouxe, foi em 1952, quando lá no campo da Matriz derrotamos o Botafogo por 1x0, gol do Moacir Delgado. Foi meu primeiro clássico, contra o Botafogo, como titular adulto do time do Mangueira. Outra partida, por ter sido destaque positivo, foi um jogo em Rio Novo contra o XV, mais ou menos em 1957/58. E também, uma partida no 2º time do Operário, no campo do São José, nós com o 2º time normal e eles com oito titulares.

Blog - Uma passagem negativa.
Gute - Uma partida contra o Diamante de Mar de Espanha, onde sofri o maior frango de minha vida; o jogo que estava 1x1. E também um Mangueira e Botafogo que revoltado com a parcialidade do árbitro Paulo Sales, dei-lhe um empurrão, fato que originou uma pequena briga, sem maiores conseqüências. Peguei 360 dias de suspensão, mas fui anistiado pelo Campeonato Mundial conquistado pelo Brasil no ano seguinte.

Blog - Uma passagem curiosa ou engraçada.
Gute - Fato interessante aconteceu quando aqui aportou um indivíduo dizendo-se ex-treinador do Madureira do Rio de Janeiro, lembro-me somente de seu apelido, Bossa Nova. Captado pelo Bolote, foi a figura ser treinador do Mangueira, não era nada de excepcional, estava dentro da média, mas tinha uma atitude que logo foi notada; no momento de transmitir orientações, tinha sempre uma conversa reservada com o Arimatéia, o Raul Messias e o Hélcio Potoca. Demoramos a descobrir que era o “teste do bafo”, com que media o grau etílico dos mesmos.

Blog - Como era a rivalidade entre os clubes e as torcidas?
Gute - A rivalidade entre Mangueira e Botafogo era imensa e chegava a irradiar entre os torcedores, mesmo fora de campo. Com relação ao Operário, a rivalidade se desenvolvia somente durante as partidas.
Blog – Qual atleta poderia ter jogado em um time profissional?
Gute - Considerando o futebol técnico praticado à época, apenas o Moacir Delgado, o que não impediu que o Bassu chegasse a titular do Fluminense e o Carlinho Chimbria do Canto do Rio.

Blog - Em quais clubes atuou?
Gute - Operário, Mangueira e Comercial de Campo Belo, no Sul de Minas, levado pelo sargento Gibran, do Tiro de Guerra.

Blog - Quantos campeonatos disputou?
Gute - Aproximadamente dez certames, ganhando apenas dois Torneios Início, competição hoje extinta.

Blog - Qual o melhor árbitro?
Gute - Geraldão, que residiu algum tempo na cidade e Silveirinha de Juiz de Fora.

Blog - Compare o futebol de hoje com o período em que jogou.
Gute - Falta-me condições para comparar o futebol de outrora com o atual, pois não acompanho o futebol da cidade. No âmbito nacional, o futebol força suplantou o futebol técnica. Julgo que em que pese as ausências do Mangueira e Operário, e a definitiva do Botafogo, tem havido progresso, tendo em vista os atletas que estão vencendo fora da cidade.

Blog - Qual o melhor adversário que enfrentou fora de São João?
Gute - Nacional de Rio Branco. Tinha seis titulares do Fluminense reforçando o time do Nacional.


A foto acima traz o time do Mangueira campeão do torneio início de 1952. De pé, da esquerda para direita, estão:
Miguel Pulier, Arides, Gregório, Gute, Deacir, Cacau e José Ronaldo. Agachados: Heber, Moacir Delgado, Egon, Neca Beraldo e Deco Mendes.

CURIOSIDADE: Na verdade o jogo decisivo terminou empatado, como relatou o nosso Gute: " por falta de luz natural (também não haviam refletores no campo) a partida decisiva foi interrompida no 2º tempo com o placar marcando o empate de 0x0. Sendo assim, foi programado a decisão para o próximo clássico entre Botafogo e Mangueira. Portanto, sem data. Quando aconteceu, o Mangueira venceu pelo placar de 1x0 gol de Moacir Delgado.

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Até a próxima se Deus quiser.

domingo, 21 de agosto de 2011

Operário F.C. Campeão Zona da Mata 1978. Gols narrados por Geraldo Magela.

clique na foto para amplicar.

Com certeza, o título mais importante da história do Verdão Sãojoanense foi o de Campeão de Futebol da Zona da Mata no ano de 1978.

Em um campeonato organizado pelas Ligas de São João, Bicas e Além Paraíba, o Operário chegou a finalíssima depois de uma belíssima campanha. O adversário foi a forte equipe do Leopoldina de Bicas.

Nos confrontos entre as duas equipes o Operário jogando em seu Estádio, Carlos Stibler, venceu o Leopoldina de Bicas pelo placar de 2 a 0, com 2 gols do craque Samaroni.

Na segunda partida, agora na cidade de Bicas, houve empate em 2 a 2. Samaroni abriu o placar para o Operário, Lace e Maninho viraram o jogo para o Leopoldina, e Weber empatou dando números finais ao jogo.

No terceiro confronto no Estádio Horácio Furtado de Mendonça, campo do Botafogo, o Operário precisava apenas de um empate para ficar com o título de Campeão da Zona da Mata de 1978.

O público, que lotou o campo do Botafogo, assistiu a um grande jogo de futebol.
Tecnicamente a partida foi excelente, mas, na parte disciplinar ocorreram as expulsões de Bote do Operário e Lace do Leopoldina.

Final: Operário 2 x 0 Leopoldina, com gols de Anginho Rigolon aos 15 min. do 1º tempo e Weber (Visc.Rio Branco) aos 3 min. 2º tempo.

O Operário jogou e venceu com Wellington Itaboray, Maurício “bluneu”, Bote(JF), Deco (Casarão) e Ademir da Lalá, José Carlos Santiago, Anginho Rigolon e Weber (Visc.Rio Branco), César (Rio Pomba) Lema (JF) e Zinho Caeira. Treinador Dulcídio Soares, o nosso Netinho.
Também faziam parte do elenco os jogadores Paulo Afonso Pimentel, Aílton Magalhães, +Sebastião Santiago(Gigio), +Bolotinha, entre outros.

O Leopoldina de Bicas perdeu com: Alécio, Panor, Picolé, Maninho e Helinho. Zé da Padaria, Ferrari e Didi. Fernando, Lace e Pelezinho. Treinador Nivaldo Gonçalves.
Árbitro: Augusto Vieira Borges da Federação Mineira de Futebol
Auxiliares: Antônio Santos Lopes e Antônio Pereira da Liga de Futebol de Além Paraíba.

Na foto que ilustra a matéria de hoje estão de pé, da esquerda para direita: Ademir “da Lalá”, Deco (casarão), Bote, Lema, Maurício “bluneu” e Wellington Itaboray.

Agachados: Anginho Rigolon, Zé Carlos Santiago, Weber(Visc.Rio Branco), Zinho Caeira e César.

OUÇAM NA VOZ INESQUECÍVEL DE GERALDO MAGELA OS GOLS QUE DERAM O TÍTULO DE CAMPEÃO DA ZONA DA MATA AO OPERÁRIO FUTEBOL CLUBE.

clique no play AUMENTE O SOM e vamos voltar no tempo




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Até a próxima se Deus quiser.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

HOMENAGEM INCONSCIENTE, MAS, JUSTA.

recebendo homenagem em BH

Neste sábado, dia 20 de agosto, estamos completando 13 anos de falecimento de GABRIEL RIBEIRO NASCIMENTO DE OLIVEIRA.

Gabriel, além de pessoa mui querida por todos, foi tecelão e contra mestre da extinta Fiação e Tecidos Sarmento. Jogador de futebol do Botafogo e Operário. Vereador por dois mandatos, sendo no 1º o mais votado. Presidente da Câmara Municipal quando da inauguração da Rodovia São João-Bicas. Comerciante, dono do Bar Central e Lanchonete Chuá. Por fim aposentado.

E por falar em aposentado... Gabriel Nascimento foi o PRIMEIRO Presidente da Associação dos Aposentados de São João Nepomuceno. Fundada em 30 de janeiro de 1992, ao lado de companheiros como +Ari Teixeira, +Reinaldo Soares, +Leri Domingos, Geraldo Medina, Rui Barbosa, entre outros, muito se empenhou para o crescimento e o engrandecimento daquela entidade.

E justamente nesta data, 20 de agosto, o atual Presidente, Rui Barbosa, inaugura uma belíssima Sede para a Associação dos Aposentados de São João Nepomuceno, com direito a banda de música e coquetel. Se a data foi escolhida inconsciente ou não, isso não importa.

Pra mim, fica a homenagem ao meu Pai, Gabriel Ribeiro Nascimento de Oliveira, a inauguração da Sede própria da Associação justamente na data em que ele partir para a Vida Eterna, e , também, marcou um dos dias mais tristes de minha vida.

Mas, como meu Pai sempre foi sinônimo de alegria, aproveito para postar mais duas fotos. Sorrindo é claro!

A primeira, ao lado do então Governador do Estado de Minas Gerais, Israel Pinheiro, quando de sua visita a nossa cidade por ocasião da inauguração da Rodovia São João - Bicas.


E, abaixo, cumprimentando outro Governador do Estado Mineiro e candidato ao Senado Brasileiro, Magalhães Pinto.


Até a próxima se Deus quiser!

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terça-feira, 16 de agosto de 2011

JORGE CURI


Fico feliz em poder compartilhar, em especial com você que me honra com sua visita, os áudios dos gols mais importantes do Rádio Brasileiro.

Hoje, estamos postando mais um gol histórico. O último gol narrado por JORGE CURI. Foi no ano de 1985, Curi já estava na Rádio Tupi; o Fluminsense conquistava o tri-campeonato carioca e o "Ponteiro esquerdo", Paulinho, "na última volta do ponteiro" fez o gol do título. Fluminense 2 x 1 Bangu.

Gravei este gol, na rádio Globo, no dia do falecimento do Curi.

CLIQUE NO PLAY E OUÇA, NA VOZ ESPETACULAR E INCONFUNDÍVEL DO LOCUTOR PADRÃO DO RÁDIO BRASILEIRO, O GOL DO PAULINHO.



Jorge Curi nasceu em Caxambu, Minas Gerais, no dia 25 de fevereiro de 1920; morreu dia 23 de dezembro de 1995.
Filho do comerciante José Kalil Curi e de Maria Curi, o narrador teve oito irmãos, entre os quais, o cantor, compositor e humorista Ivon Curi e o também radialista Alberto Curi.

Iniciou sua carreira numa emissora local de sua cidade natal em 1942. No ano seguinte, teve a chance de fazer um teste para a Rádio Nacional, onde, aprovado, permaneceu até 1972, quando se transferiu para a Rádio Globo.

Foi um dos maiores locutores de seu tempo. Além de locutor esportivo, também conduziu o programa dominical de calouros A Hora do Pato.

Narrou nove Copas do Mundo e era torcedor fanático do Flamengo.

Deixou a Rádio Globo em 1984.

Sua morte ocorreu devido a um acidente automobilístico próximo a Caxambu, para onde se dirigia para os festejos de Natal e de Ano Novo. Pouco antes, havia se transferido para a Rádio Tupi.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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Até a próxima se Deus quiser.


terça-feira, 9 de agosto de 2011

MENDONÇA O MENINO DO RIO.

Curiosamente, em 1975, comecei a torcer pelo Glorioso Botafogo de Futebol e Regatas. Justamente no início da carreira do Mendonça. Ele estreou no time principal do Botafogo em 13 de novembro de 1975. O jogo válido pelo campeonato brasileiro foi no Maracanã contra o Esporte Clube Corinthians Paulista. O Botafogo perdeu pelo placar de 3x2. Claudiomiro marcou os 2 gols do Fogão. Botafogo: Ubirajara Alcântara no gol, Miranda, Cedenir, Arthur e Waltencir. Carlos Roberto, Ademir Vicente (Mendonça) e Dirceu; Dílson, o argentino Fischer-El Lobo e Nilson Dias(Claudiomiro). ***Fonte: datafogo.blogspot.com
Mas, antes de estrear no time de profissionais, em 1973, Mendonça esteve aqui em São João Nepomuceno defendendo o time de juniores do Botafogo carioca. Na foto abaixo, “o menino do Rio” como era carinhosamente chamado pelo locutor Edson Mauro, está com cabelos grandes e destacado com uma seta.
Na oportunidade o placar foi 2 a 1 para o time carioca com Mendonça e Bruno(irmão do Ferretti) marcando para o Botafogo. Geraldo Domingos dos Santos, o Dem, de cabeça descontou para o time da casa.
Os dirigentes do Botafogo ficaram entusiasmados com o futebol e a velocidade do atacante Luís Antônio Soares, o totonho "maraca". Queriam levá-lo de qualquer jeito. Mas ele não foi. Meses depois, Julinho Louzada e o saudoso Aloísio Caetano foram para o Rio treinar no Botafogo. Como era de se esperar passaram foram aprovados, mas a aventura durou poucos meses, pois, os dois não se adaptaram e voltaram para "terrinha".
Na foto estão: de pé, da esquerda para direita +Odoni Pavanelli, +Netinho Soares, Claudinho Manzo, Carlinhos, +Zezé ”oncinha”, +Ademir da Lalá, um jogador do Botafogo, Anísio Estevão, Julinho Louzada, Dola, +Mauri “bililiu”, Nazareth, Totonho “maraca”, Nestor, +Aloísio “bundão” Caetano, Geraldo Domingos dos Santos, o Dem e João Batista “tirica”. +Renato Furtado está com a mão no ombro do Braz “canguru”. Neide Rodrigues Pereira, de bigode, é o árbitro da partida.
Agachados: Betinho, ñ identifiquei, Wanderlei Rodrigues, o Delei do Descoberto e +José Maria Antunes(massagista). CLIQUE NA FOTO PARA AMPLIAR
Foto do arquivo pessoal do meu amigo Nazareth.

Um atleta de jogadas magistrais, dribles desconcertantes, finalizações perfeitas e com uma virtude sem igual: Botafogo de Coração. Nascido no dia 23 de maio de 1956 no Rio de Janeiro (RJ), é filho do ex-zagueiro do Bangu A.C., também conhecido como Mendonça que foi vice campeão carioca de 1951 e teve a perna quebrada numa dividida com Didi. Carioca do bairro de Bangu, Milton da Cunha Mendonça iniciou sua carreira no dente de leite do Bangu A.C. aos doze anos de idade, transferindo-se em seguida para o Botafogo de Futebol e Regatas, pelo qual sagrou-se campeão em 1973 do Torneio Mundial de Cadets em Croix na França. Jogou no profissional do Botafogo de 1975 a 1982. Pelo alvinegro carioca, marcou 118 gols em 342 partidas. Estava em campo na final do Torneio Início do Rio de Janeiro em 1977 vencido pelo Botafogo, o qual podemos considerar como o único título oficial conquistado no período em que esteve no alvinegro, pois atuou pelo clube no famoso jejum de títulos que durou 21 anos (de 1968 a 1989).
O gol mais marcante da carreira de Mendonça foi contra o Flamengo em 1981 quando o rubro-negro foi eliminado pelo Botafogo para a disputa das quartas de final do Campeonato Brasileiro . No lance que mais tarde foi apelidado de "Baila Comigo", Mendonça deu dois lindos e desconcertantes dribles em Junior, passando pelo mesmo e colocando a bola forte, a meia altura, sem chances para o goleiro Raul Plasmam. O gol mereceu uma PLACA no MARACANÃ, que posteriormente foi retirada, não se sabe o motivo... Fonte: wikipedia.org
OUÇA O GOLAÇO DE MENDONÇA, GOL BAILA COMIGO, NA VITÓRIA DE 3x1 SOBRE O FLAMENGO, NARRADO PELO ESPETACULAR E SAUDOSO JORGE CURI. “Anotem! Tempo e placar no maracaaaa! Na pontinha da agulha...”
É O GOL BAILA COMIGO
Clique no play e curta esta viagem!



Agora veja o vídeo. Uma pintura de gol. APARECERÁ UMA FOTO E EM SEGUIDA O LANCE ESPETACULAR DO "MENINO DO RIO"



Após a saída do Botafogo F.R. (RJ), foi atuar na Portuguesa de Desportos (SP) de 1983 a 1985, transferindo-se para a S.E. Palmeiras de 1985 a 1987. Pelo alviverde paulista marcou 19 gols em 106 partidas. Em 1986 estava em campo na decisão histórica quando o Palmeiras perdeu a final do Paulistão para a Internacional de Limeira. Posteriormente defendeu o Santos F.C. (SP), Al Saad (Catar), Grêmio (RS), Internacional de Limeira (SP), São Bento (SP), retornando em 1990 ao Bangu A.C..
Em 2008 Mendonça teve duas significativas homenagens, tendo a SUDERJ imortalizado seus pés na Calçada da Fama do Maracanã em 24 de fevereiro, e o Botafogo F.R. lançado em 12 de agosto a camisa retrô do craque.


Também tive a oportunidade de tirar uma foto com meu ídolo. Foi em 2009 nas comemorações póstumas a Heleno de Freitas.


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Até apróxima se Deus quiser!


domingo, 7 de agosto de 2011

JOÃO PEREIRA MACHADO - GUARÁ

Clique na foto para ampliar

No blog de hoje estaremos homenageando João Pereira Machado, Guará. Hoje, morando em São Paulo, gentilmente concedeu entrevista ao meu amigo Eduardo Elias Ayupe Tamiozo.
Enquanto lê a entrevista, clique no play e ouça o HINO NACIONAL DO FUTEBOL



1)Nome completo e apelido, quando houver e por que.
R: JOÃO PEREIRA MACHADO
APELIDO GUARÁ, PORQUE TOMADA UM REFRIGERANTE
CHAMADO GUARÁ.

2)Casado e quantos filhos?
R: SOU CASADO E TENHO 5 FILHOS

3)Onde nasceu e quando?
R: NASCI EM BARBACENA EM 15/08/1933

4)Nome dos pais
R: JOSÉ AYRES MACHADO E MARIA BARROSO PEREIRA

5)Em que time começou a jogar e com que idade.
R: COMECEI A JOGAR NO INFANTIL DO OPERÁRIO COM 14 ANOS,
DEPOIS FUI P/ O JUVENIL E DEPOIS P/O MANGUEIRA

6)Qual partida ficou marcada pro resto da vida?
R: A PARTIDA QUE FICOU MARCADA FOI CONTRA O MANGUEIRA. O MANGUEIRA TROUXE 8 TITULARES DO RIBEIRO JUNQUEIRO DE LEOPOLDINA E EU MARQUEI GOL DE BARRIGA. BOTAFOGO 1X0 MANGUEIRA

7)Antes das partidas, qual atacante lhe tirava o sono?
R: NENHUM

8)Com qual companheiro de defesa você mais se identificou?
R: COM PAIVA, LALUCE E COLEIRO
LALUCE E GUARÁ

9)Quando parou de jogar?
R: NO ANO 1965

10) Em qual posição jogava?
R: QUALQUER UMA.

11)Qual o melhor técnico.
R: JOAQUIM FURTADO

12)Qual o melhor dirigente.
R: MAURO FURTADO, JOAQUIM FURTADO, HELENO MEDINA E DR.GERALDO

13)Quantos gols marcou.
R: NÃO ME RECORDO, POIS JOGAVA MAIS NA DEFESA

GUARÁ MORA EM SÃO PAULO COM ESPOSA FILHOS E NETOS.

14)Qual o melhor jogador de sua época?Pode ser mais de um.
R: PAIVA, LALUCE, COLEIRO E QUIRINO

15)Qual ou quais clubes jogou?
R: CLUBE MANGUEIRA, BOTAFOGO (+ NO BOTAFOGO)

16)Quantos campeonatos disputou?
R: GANHEI MUITOS NO BOTAFOGO

17)Quantos títulos conquistou?
R: MUITOS TITULOS NO BOTAFOGO

18)Comparar o futebol de hoje com o período em que jogou.
R: HOJE O FUTEBOL É POR DINHEIRO E O PERÍODO EM QUE JOGAVAMOS ERA POR AMOR E AMIZADE.

19)Falar da rivalidade entre os clubes de São João.
R: A RIVALIDADE ERA MAIS ENTRE O BOTAFOGO E O MANGUEIRA

20)Falar da relação com os torcedores.
R: ERA MUITO BOA COM NÓS JOGADORES.

clique na foto para ampliar
Botafogo de São João Nepomuceno. Jogadores de pé: Guará, Quirino, Paiva, Ivan, +Zé Acrísio e Ribita.
Agachados: +Arlindo, Colero, Sebastião Matos, Gabriel Nascimento(meu saudoso e amado Pai) e "Pilintra".

Até a próxima se Deus quiser!

sábado, 6 de agosto de 2011

OSMAR SANTOS - “O Pai da Matéria”

Foto: R7 Notícias - Tele História
Formado em Educação Física, Administração e Direito, Osmar Santos, também conhecido como "O Pai da Matéria", trabalhou como locutor esportivo nas rádios Jovem Pan, Record e Globo onde continua contratado, mas sem narrar mais as partidas devido ao grave acidente de automóvel que sofreu em 22 de dezembro de 1994 e que afetou sua fala, que era seu dom. Ficou entre a vida e a morte, mas Deus quis que Osmar mudasse de profissão e hoje como artista plástico, dedica parte de seu tempo em pinturas sobre telas.
Trabalhou também nas redes de televisão Rede Globo, Rede Record e Rede Manchete. Narrou a Copa do Mundo de 1986 pela Rede Globo como primeiro locutor, na companhia de Galvão Bueno (2º locutor) e Luís Alfredo (3º locutor). Fez para a Rede Manchete a Copa do Mundo de 1990 com comentários de Zagallo.
Vamos curtir dois momentos históricos na vida profissional de Osmar Santos. No primeiro, a vitória dramática do Corinthians sobre a Ponte Preta conquistando o paulista de 1977 ( 22 anos, 8 meses e 6 dias, foi esse o tempo em que o corintiano demorou pra gritar campeão novamente, após a conquista do título e 1954).

Vamos voltar no tempo! Osmar Santos narra o gol de Basílio que deu o título ao Esporte Clube Corinthians Paulista. Campeão paulista de 1977. CLIQUE NO PLAY



Foi um dos melhores narradores de futebol do rádio brasileiro. Talvez tenha sido o primeiro a aparecer durante as partidas. Em alguns momentos a câmera o mostrava na cabine e ele falava diretamente com o telespectador. Durante o jogo perguntava ao telespectador o que estava achando do jogo ou coisa parecida. Quando a imagem voltava para a partida ele dizia: “zoom garotinho, zoom!”
Osmar Santos teve uma participação importante como locutor dos comícios da campanha política de 1984 pelas Diretas Já!. Bastante popular, recebeu proposta para candidatar-se a cargos políticos, mas não aceitou.
Também criou bordões que foram tão bem aceitos pelo público, que ecoavam pelos estádios, como o famoso "Parou por que, por que parou?". Entre suas expressões inesquecíveis, estão: Ripa na chulipa e pimba na gorduchinha, "Um prá lá, dois prá cá, é fogo no boné do guarda", "Sai daí que o Jacaré te abraça, garotinho", "No carocinho do abacate" "ai garotinho", "vai garotinho porque o placar não é seu" e uma das narrações de gol mais marcante do rádio brasileiro "E que GOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOL". Também foi Osmar Santos quem criou a expressão "Animal", que melhor representou o jogador Edmundo, terminando por se tornar a sua marca registrada.

Agora vamos ouvir o gol de Tupãzinho que deu o título de campeão brasileiro de 1990 ao Corinthians. CLIQUE NO PLAY e ouça a narração de Osmar Santos.



Em 1994 sofreu um grave acidente de carro que lhe produziu graves seqüelas devido aos danos cerebrais que sofreu quando viajava de Marília para cidade de Lins, em São Paulo, quando ele foi atingido por um motorista de caminhão bêbado. Após uma grande recuperação, pôde recuperar várias funções, porém sua fala ficou comprometida, sendo capaz de pronunciar menos de cem palavras, impedindo-lhe de continuar trabalhando como narrador. Hoje se dedica à pintura, e seus trabalhos se encontram em importantes coleções. [1]
O Troféu Osmar Santos é concedido a cada ano à equipe que termina o primeiro turno do Campeonato Brasileiro de Futebol no primeiro lugar.
Texto Wikipédia

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Até a próxima se Deus quiser!

terça-feira, 2 de agosto de 2011

DR. RENÊ DE MENDONÇA


Enquanto lê a matéria, clique no play e ouça o HINO NACIONAL DO FUTEBOL.



“No mundo existem três lugares maravilhosos: Paris à noite, Rio de Janeiro, zona sul, de dia e São João Nepomuceno de dia e de noite”.
Dr. Renê Mendonça.

Na 1ª foto que ilustra este blog, vemos: Dr. Renê, o artilheiro Amarildo e João “sem medo” Saldanha. Em outras oportunidades falamos sobre o saudoso Dr. Renê de Mendonça que no dia 1º de janeiro de 1921 nasceu em São João Nepomuceno. Era filho de Alda Henriques de Mendonça e Horácio Furtado de Mendonça. Sr. Horácio foi um dos fundadores do Botafogo F.C de São João Nepomuceno e a praça de esportes do clube leva o seu nome.

Até os 12 anos de idade viveu em São João, depois se mudou para Juiz de Fora onde estudou no Colégio Grambery. Na cidade Maravilhosa formou-se Medicina. Jogando futebol amador, foi tri-campeão carioca pelo Botafogo (42, 43 e 1944).

Em 1942, para ser campeão carioca, o Botafogo disputou 34 partidas, sendo que, Dr. Renê jogou 31 delas marcando 43 gols dos 227 assinalados pelo Botafogo.
O time campeão, Nei no gol, Mato Grosso e Dunga; Rui, Hélio e Cid; Oto, Armando, Augusto, Tovar e Renê.

No bi-campeonato em 1943 ocorreram 18 jogos. Dr. Renê participou de 16 e assinalou 6 dos 62 gols marcados.
O time bi-campeão jogou com Boliviano, Alfredo e Dunga; Rui, Hélio e Cid; J.Américo, Tovar, Augusto, Otávio e Renê.

E o tri-campeonato veio em 1944 com 18 jogos. Dr. Renê colaborou em 7 partidas e marcou 13 dos 109 gols do Botafogo.
Boliviano no gol, Alfredo e Dunga; Rui, Hélio e Cid, Afonsinho, Tovar, Gute, Otávio e Renê.
Tri-campeão em 1944

***** Como podemos observar, Dr. Renê foi titular nas três conquistas do time da estrela solitária, e a formação era no 1-2-3-5.
Dr. Renê foi considerado o melhor ponteiro esquerdo do futebol carioca nos anos de 42, 43 e 44. Defendeu o Botafogo em diversos jogos pela América do Sul.


Diplomou-se em Medicina pela antiga Escola de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro, na turma de 1947. Foi médico do futebol do clube alvinegro nas décadas de 50, 60 e 70. No final dos anos 70, tive a honra de ser examinado por ele, onde acusou diagnóstico, exato, do meu problema.

Outra vez ao lado de João Saldamha, agora defendendo o Glorioso Botafogo. O menisco do joelho esquerdo ( o mesmo que encerrou precocemente), é o mesmo que na foto abaixo dificulta seu posicionamento.


Abaixo, uma foto histórica para São João Nepomuceno. O ano é 1945, Dr. Renê figurando entre os jogadores profissionais do Botafogo na disputa do campeonato carioca.
De pé da esquerda para direita, Negrinhão, Laranjeiras, Sarno, Ari, Spinelli e Ivan. Agachados da esquerda para direita estão: Dr. Renê, Tovar, Dr. Heleno de Freitas, Elba de Pádua Lima “Tim” e Franquito.


Renê, Tovar, Heleno, Tim e Franquito.

Agradeço a Roseanne de Mendonça, filha do Dr. Renê, que gentilmente cedeu as fotos de seu arquivo pessoal.

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Até a próxima se Deus quiser.