quinta-feira, 30 de setembro de 2010

SILAS DESABAFA E ESTÁ FORA DO FLA


de pé: Oscar, Gilmar, Falcão, Dario Pereira, Nelsinho e Zé Theodoro. Agachados: Muller, Silas, Careca e Sidney. Este time ainda contava com Pita que não saiu na foto.


Na verdade, Silas fez ecoar a voz do torcedor, que já não aguenta mais ver tanta falta de técnica e habilidade por parte dos atletas.
Com partidas duas vezes por semana, os jogadores não treinam. Portanto, não conseguem melhor seus desempenhos. São faltas e escanteios mal cobrados, além de inúmeros passes errados. Ontem, no jogo entre Botafogo e Corinthians, o lateral alvinegro Marcelo Cordeiro desperdiçou duas ótimas chances de gol ao cobrar faltas na lateral da área jogando a bola direto para linha de fundo. Ora, em jogos onde são raras as oportunidades, e quando aparecem o atleta faz um papel ridículo, realmente o treinador acaba perdendo o controle. Está certo que o Silas não poderia dar esse depoimento: " não faço gol contra e nem perco gols", mas devemos dar um desconto, pois, Silas (como mostra a foto que ilustra este blog) jogou ao lado de craques como Dario Pereira e Oscar (zaga) e Muller e Careca (ataque), e hoje ter que aguentar Jean e David é dose para mamute.

Caso o Silas não caia até a próxima rodada (o que acho difícil, pois o Luxa já foi contactado) ele terá mais uma chance, já que o meu Botafogo adora, usarei um pleonasmo, "ressuscitar os falecidos".

Abraço a todos e até a próxima, com a Graça de Deus.

sábado, 25 de setembro de 2010

BOTAFOGO CAMPEÃO DESDE 1910


De pé: goleiro Coggin (goleiro passou a usar camisa diferente dos demais jogadores a partir de 1912), Edgard Pullen e Dinorah. De joelhos: Rolando de Lamare, Lulu Rocha e Lefévre. Sentados: Emmanuel Sodré, Abelardo de Lamare, Décio Viccari, Mimi Sodré e Lauro Sodré.


Há exatamente 100 anos, 25 de setembro de 1910, o Glorioso Botafogo conquistava o título carioca, com uma rodada de antecedência, aplicando uma sonora goleada de 6 a 1 no tricolor das Laranjeiras, o Fluminense.

O título deste blog está na letra do hino alvinegro: Botafogo, Botafogo, campeão desde 1910... Mas em 1996, a conquista de 1907 foi oficializada. Portanto, o Fogão é campeão desde 1907.

Abaixo, reproduzirei parte do texto do jornalista Marcelo Monteiro que escreve um blog (Memória E.C) publicado, hoje, dia 25 de setembro, no globoesporte.com

"A campanha do Botafogo há cem anos começou com um tropeço: derrota para o América por 4 a 1. Mas a partir da segunda rodada, a equipe fez uma campanha impecável, vencendo os nove jogos restantes, demonstrando um grande poder ofensivo. Em dez partidas, foram 66 gols marcados e apenas nove sofridos.

Goleadas não faltaram. A maior vitíma foi o Riachuelo, que perdeu por 9 a 1 no primeiro turno. E sofreu uma derrota ainda maior no returno: Botafogo 15 a 1. Com direito a sete gols de Abelardo de Lamare.

O atacante foi o artilheiro da competição, com 22 gols. Três marcados no jogo decisivo contra o Fluminense, disputado no antigo campo localizado na Rua Voluntários da Pátria. Décio Viccari (dois) e Mimi Sodré marcaram os outros tentos alvinegros. Lulu Rocha fez, contra, o gol de honra do Flu.

No dia seguinte, manchetes na imprensa carioca destacavam o feito do Botafogo, chamando-o de “Glorioso campeão de 1910″. Surgia então, há 100 anos, o apelido que acompanha o clube até hoje.

Campanha do Botafogo no Carioca de 1910

Jogos – 10
Vitórias – 9
Derrota – 1
Gols pró – 66
Gols sofridos – 9
Saldo de gols – 57

22/5 – América 4 x 1 Botafogo
5/6 – Botafogo 9 x 1 Riachuelo
26/6 – Fluminense 1 x 3 Botafogo
3/7 – Botafogo 7 x 0 Haddock Lobo
10/7 – Botafogo 6 x 0 Rio Cricket
7/8 – Rio Cricket 0 x 5 Botafogo
4/9 – Riachuelo 1 x 15 Botafogo
11/9 – Botafogo 3 x 1 América
25/9 – Botafogo 6 x 1 Fluminense
2/10 – Haddock Lobo 0 x 11 Botafogo

Jogo do título:

Botafogo 6 x 1 Fluminense

Data: 25/9/1910
Local: Rua Voluntários da Pátria
Árbitro: A. W. Hassell
Gols: Abelardo de Lamare (3), Décio Viccari (2), Mimi Sodré (Botafogo) e Lulu Rocha (contra)
Botafogo: Coggin, Edgard Pullen e Dinorah; Rolando de Lamare, Lulu Rocha e Lefévre; Emmanuel Sodré, Abelardo de Lamare, Décio Viccari, Mimi Sodré e Lauro Sodré.
Fluminense: Waterman, Ernesto Paranhos e Félix Frias; Nery, Gallo e Mutzenbecher; Millar, Oswaldo Gomes, Edwin Cox, Gilbert Hime e Alberto Borgerth.

Classificação:

1) Botafogo – 18 pontos
2) Fluminense – 15
3) América – 14
4) Riachuelo – 6
5) Rio Cricket – 5
6) Haddock Lobo – 2 ".

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

DORIVAL JÚNIOR, PARABÉNS!



Será que a presidência do Santos tomou a medida certa ou foi o mal que venceu o bem?
Nos anos 90, vi os jogadores Romário(Flamengo) e Edmundo(Palmeiras) apontarem dedo e brigar, verbalmente, com o técnico, Wanderlei Luxemburgo, que na oportunidade comandava os respectivos clubes. Sendo que nenhum dos dois foi punido. E pior, além de ser ofendido verbalmente, após 30 dias, perdeu o cargo de treinador.
Quando Dorival puniu o Neymar, acreditava e acredito que ele tomou a melhor decisão, pois, existe uma hierarquia que deve ser respeitada, além da conduta, ética, que todo ser humano deve ter. Não há dúvidas que o atleta tem um potencial enorme. Neymar é habilidoso, rápido, inteligente, mas por outro lado, também, passa uma imagem de jogador “mascarado, desagregador, articulador de grupinhos e conseqüentemente, derrubador de técnicos”.
Infelizmente, Dorival foi punido depois um período vitorioso no comando técnico do Santos. Números do treinador, campeão da Copa do Brasil e do Paulistão:
61 jogos
37 vitórias
08 empates
16 derrotas
Aproveitamento de 65%.
Que as belas jogadas de Neymar sejam exemplos para os atletas e torcedores mais jovens, mas nunca seu comportamento com seus colegas de equipe e comando.
Até a próxima com a Graça de Deus.

domingo, 19 de setembro de 2010

JOSUÉ ROCHA - DEBUTANTE




Comemorando 15 anos de academia em São João Nepopmuceno, o nosso campeão de Karatê Josué da Silva Rocha deu um presente à comunidade Saojoanense. Professor Josué pomoveu um torneio reunindo 220 atletas de diversas cidades como: Goianá, Rio Novo, Cataguases, Leopoldina, Juiz de Fora, Descoberto, Bicas, Viçosa, além de São João, como mostra a foto abaixo.




Mais detalhes deste evento e da vitoriosa trajetória do nosso campeão, você verá na próxima edição da coluna de esportes NO GIRO DA BOLA no portal www.sjonline.com.br

Abraço e até a próxima se Deus quiser.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

VASCO - NÃO PERDE MAS TAMBÉM NÃO GANHA.



O torcedor cruzmaltino está se perguntando: será que a campanha do Vasco é melhor que a do Flamengo, Atlético-GO, Goiás e Atlético-MG?
O desempenho de PC Gusmão frente a equipe vascaína é bem parecido com Zagallo na sequência invicta do Botafogo com 52 jogos, ou seja, uma instabilidade "falsa"; um time que não perde mas também não ganha.
A foto que ilustra este blog mostra Gusmão fazendo o V da vitória, mas, com certeza, o torcedor do Machão da Gama está com "a pulga atrás da orelha" e ensaiando uma pressão pra cima do técnico e seus comandados.

Abraço a todos e até a próxima se Deus quiser.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

FAHEL - UM É MUITO, DOIS É DEMAIS



Depois do jogo contra o São Paulo, fiz questão de elogiar a atuação do Fahel. Jogador que sempre critiquei, juntamente com Alessandro, Lúcio Flávio, Túlio Souza, Vítor "impedimento" Simões... Mas, ontem, na derrota de 4 a 1 para o Goiás, o Fahel voltou a apresentar aquele futebol medíocre, com muitos passes errados, somente bolas para o lado, além de um gol contra (atrapalhou o Jeferson). "A esmola quando é demais o Santo desconfia!" Contra o São Paulo foi bom demais, mas como disse neste mesmo blog, dias atrás "espero que daqui pra frente o Fahel apresente um futebol digno das tradições da Gloriosa camisa alvinegra". Mas, infelizmente, tudo voltou ao normal. Como a foto que ilustra este blog, o futebol do Fahel tem dois comportamentos, um dia se apresenta como um jogador voluntarioso, em outro como um "cabeça de bagre".

Abraço a todos e até a próxima se Deus quiser.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

CAIO, O TESOURO ALVINEGRO!



Costumo dizer que a melhor matéria prima do Brasil é jogador de futebol(material humano); em cada esquina se encontra um. Mas jogador talentoso e inteligente não se encontra todo dia. E o Caio é um deles, além de muita habilidade, rapidez e dribles curtos, é um jogador inteligente que tem visão de jogo.

Com origem em Volta Redonda, iniciou sua trajetória no Recreio do Trabalhador, na Fundação CSN. Contratado para jogar na base do Botafogo, rapidamente se destacou entre os juniores. No Carioca deste ano, foi peça fundamental para a conquista do Título Estadual. Aí fico me perguntando: qual estratégia o Botafogo está utilizando para preservar esta "jóia"? Será que existe um trabalho psicológico, nutricional, ganho de massa muscular...

Alô Botafogo! O espetáculo está pedindo socorro. Vamos preservar nossos artistas, porque "cabeças de bagre" tem aos montes.

Até a próxima, com a Graça de Deus.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

ALESSANDRO E FAHEL: HOJE, ELOGIOS.



Nos últimos anos, de 10 mensagens que envio aos programas de Rádio e TV, 9 são criticando Alessandro e o Fahel. O Alessandro sempre se mostrou um lateral que desconhece o fundamento básico do futebol que é o passe, marca muito mal e não consegue executar um único bom cruzamento. O Fahel não perde para ele. Volante que só joga para os lados e para trás.

Mas no jogo de ontem, contra o São Paulo, na bela vitória do Fogão, fiquei surpreso com a belíssima atuação de todo o time, inclusive da dupla Alessandro / Fahel. Não que os dois estiveram brilhantes mas, jogaram a altura de atletas profissionais, em condições de envergarem a Gloriosa camisa alvinegra. Parabéns Alessandro e Fahel! Que suas atuações no jogo deste domingo, signifique a volta por cima, dos atletas mais criticados pela torcida do Botafogo nos últimos anos.

Até a próxima, com a Graça de Deus.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

EMPRESÁRIOS NO FUTEBOL - "Uma História do arco da velha".

Para quem acredita que a ação dos empresários no futebol é coisa dos dias atuais, veja a reportagem, abaixo, publicada pelo site globo.com no dia 08 de setembro de 2010.


"Brasil Afora: Bela Vista, de Sete Lagoas, lotou Bernabéu contra o Real
Conheça a história do pequeno clube do interior de Minas Gerais, que encarou o galáctico time de Di Stefano em excursão confusa pela Europa
Por Marco Antônio Astoni Sete Lagoas, MG




Em 1958, na Suécia, o Brasil conquistou sua primeira Copa do Mundo e fez o planeta se encantar com o futebol vistoso de Pelé, Garrincha, Didi, Vavá e companhia. O que fez o Real Madrid, então tricampeão europeu, convidar o campeão brasileiro daquele ano para um amistoso no grandioso estádio Santiago Bernabéu. Com toda a publicidade feita – por cartazes, comerciais em programas de rádio e em carros de som pela cidade –, o estádio abriu suas portas para um público de aproximadamente 80 mil pessoas, que viu o esquadrão de Di Stéfano, Puskas, Gento, Kopa, Santamaria e Rial enfrentar aqueles que supunham ser o melhor time do Brasil. E em uma tarde fria do outono espanhol, eis que surge no gramado a brava equipe brasileira, formada por: Ademar; Isaías, Gaia, Toledo e Edésio; Salvatore, Murilinho, Waldir Nenezão e Assis; Marinho e Baiano. Comandando o time, no banco de reservas, o técnico Orlando Rodrigues... do Bela Vista!
Quem? Se os brasileiros presentes ao estádio não faziam ideia de quem estava no time, imaginem os espanhóis. A dúvida tinha razão de ser. Afinal, o time de camisas verdes em campo era o desconhecido Bela Vista Futebol Clube, de Sete Lagoas, cidade a 70 quilômetros de Belo Horizonte. Diferentemente do Santos de Pelé, do Botafogo de Garrincha ou mesmo dos colegas de estado Atlético-MG e Cruzeiro, um clube sem glórias. O time só disputaria seu primeiro Campeonato Mineiro na volta da viagem à Europa.
Empresário
Assim como hoje, os empresários já atuavam no futebol. E o Brasil, distante da Europa, era um prato cheio para os grandes golpes em uma época sem internet e com comunicação precária. Um tal Fauszlinger, que a maioria supunha ser alemão e desconhecia o primeiro nome, acertou 30 jogos para o Bela Vista na Europa, com cota razoável para o time mineiro. Com isso, apresentar o desconhecido clube de Sete Lagoas como campeão brasileiro era golpe fácil de aplicar, se feito de forma rápida e eficaz. Fauszlinger, após acertar o jogo com o Real Madrid, fez grande campanha pela cidade e conseguiu mobilizar a opinião pública e lotar o Santiago Bernabéu.
Mas o fato é que o Bela Vista não se intimidou e não fez feio. O jogo foi duro, e os merengues só venceram por 2 a 1, com um gol marcado por Gento nos minutos finais. Não se sabe se os bicampeões europeus jogaram receosos por enfrentarem o 'campeão brasileiro' ou se o Bela Vista realmente deu trabalho ao poderoso Real Madrid.
Aventura na Europa
Após o bom desempenho frente aos espanhóis, o Bela Vista seguiu para a França, onde os problemas da delegação na Europa começaram. Depois da derrota por 3 a 1 para o Olympique, em Marselha, alguns diretores do clube e o técnico Orlando Rodrigues foram ao hipódromo da cidade, de onde saíram apenas por poucas horas nas semanas seguintes. Com comando esfacelado, excesso de partidas marcadas e jogadores soltos em um mundo totalmente desconhecido e repleto de prazeres, a derrocada do Bela Vista em gramados europeus era questão de tempo.
O time ainda tinha jogos marcados na Itália, Suíça, Alemanha Ocidental, Alemanha Oriental, Holanda, Dinamarca e Inglaterra. E cumpriu a maioria deles, mesmo com baixas no elenco. Os jogadores Assis e Marinho, por exemplo, aceitaram propostas de times europeus e deixaram a delegação.




Mesmo com todos os percalços, o Bela Vista seguiu pelo velho continente, fazendo jogos duros com times tradicionais, como Grasshoper, da Suíça (1 a 1), Bologna, da Itália (2 a 3) e Hamburgo, da Alemanha (0 a 1).
O golpe fatal ao nome do clube veio na partida contra o Newcastle, da Inglaterra, no St. James Park. Totalmente desfigurado e com o zagueiro Gaia fazendo as vezes de técnico, roupeiro e capitão, o time sofreu impiedosos 12 a 1. A goleada gerou preocupações no CND (Conselho Nacional de Desportos) e no próprio Itamaraty, que exigiram a volta do Bela Vista ao Brasil, para não 'sujar o nome do futebol brasileiro no exterior'.
O Bela Vista ainda fez mais quatro jogos – quatro derrotas – antes de voltar ao Brasil para a disputa do Campeonato Mineiro de 1958. Na bagagem, um saldo de 24 jogos, com três vitórias, dois empates e 19 derrotas. O time fez 29 gols e sofreu 74 em gramados europeus.




O lateral-esquerdo Edésio chegou ao Bela Vista especialmente para a excursão à Europa. E, curiosamente, nunca mais deixou Sete Lagoas.
Nascido em Barra do Piraí, interior do Rio de Janeiro, começou a carreira no Royal, de sua cidade natal. Depois passou por América-RJ e Vasco, onde jogou ao lado de grandes nomes do futebol brasileiro, como o goleiro Pompeia e o zagueiro Djalma Dias, campeões cariocas em 1960, e Ademir Menezes, artilheiro da Copa do Mundo de 1950, já em fim de carreira.
Funcionário aposentado da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), Edésio se lembra com detalhes da viagem à Europa.
- A gente viajou em um bimotor da Panair. Parou em Dacar, seguiu para Portugal, e, de lá, direto pra Espanha. Fomos todos para uma tourada, bem interessante. Lembro-me também de quando estávamos na Alemanha, perto do Muro de Berlim. Havia fotos de várias pessoas que morreram na guerra e no meio delas tinha uma do Garrincha, que ocupava um lugar central. E todo mundo parava para olhar.
O ex-jogador também se lembra bem da partida contra o Real Madrid.
- Foi uma surpresa. O estádio estava lotado. E todo mundo na cidade só falava do jogo. Fomos recebidos como os reis do futebol. E por muito pouco, saímos de campo com o empate. O segundo gol deles saiu só no finzinho, e de pênalti.
Casado e pai de dois filhos, Edésio acompanha de perto o futebol, mas diz não gostar do que vê atualmente.
- Torço para o Cruzeiro. Não perco um jogo do time, mas o futebol de hoje é pior do que na minha época. Hoje os times jogam para trás, só pensam em defender e marcar. Quando eu jogava, a gente atacava o tempo todo.





O Bela Vista tem planos ambiciosos para os próximos anos. Com o departamento de futebol profissional desativado, o plano é retomar as atividades e disputar a terceira divisão do Campeonato Mineiro já em 2011.
O time já bateu os gigantes de Belo Horizonte nos tempos de glória. O Atlético-MG foi derrotado por 3 a 2, em 1961, no estádio Independência. Já o Cruzeiro foi batido por 1 a 0, também na capital mineira.
Segundo o atual presidente do Bela Vista, o advogado Wágner Oliveira, tudo está encaminhado para que o projeto saia do papel. Falta apenas o apoio financeiro de uma grande empresa da região de Sete Lagoas, que, segundo Oliveira, já está em fase final de negociação. O Bela Vista tem equipes ativas em todas as categorias de base e conta com mais de 350 jovens em suas escolinhas




O clube, que já revelou jogadores como o zagueiro Thiago Heleno, do Corinthians, e o lateral Marcos Rocha, ex-Atlético-MG e hoje no América-MG, sonha alto, para – quem sabe um dia – voltar a enfrentar um time poderoso, como o Real Madrid...

Até a próxima com a Graça de Deus.