domingo, 22 de fevereiro de 2015

BONSUCESSO FAZ “ BARBA e CABELO ”

Bonsucesso
Pelos campeonatos organizados pela Liga Atlética Ubaense, São João Nepomuceno estreou recebendo as fortes equipes do Bonsucesso de Ubá. Os visitantes venceram nas duas categorias. No sub 13 o Bonsucesso construiu a vitória no primeiro tempo de jogo e venceu pelo placar de 3x0. Os gols foram marcados por Alexsander (2) e Ryan Riquelme (1).
No sub 15 a partida foi mais equilibrada. São João saiu na frente com dois gols relâmpagos. Aos 25 segundos, Vítinho abriu o marcador. E, aos três minutos, Charutinho aumentou para 2x0. Para os mais desavisados parecia que São João devolveria os 3x0 do sub 13. Mas, com um futebol envolvente, o Bonsucesso reagiu e diminuiu aos 8 minutos com o artilheiro Leandro. Aos 13 o jogo estava empatado. Guilherme aproveitou uma sobra de bola dentro da pequena área e fez 2x2.
A impressão é que a equipe de São João não esperava uma reação tão rápida. Com a marcação um pouco confusa os defensores da equipe de São João viram Luan virar o placar. Bonsucesso 3x2.
Veio a segunda etapa e o panorama não mudou. O Bonsucesso continuou pressionando e após cobrança de escanteio Leandro ampliou para quatro. São João ainda tentou mas ficou nisso. Final São João 2x4 Bonsucesso.
Não temos todos os gols da partida. No vídeo abaixo você assistirá Charutinho marcando o segundo gol de São João. Depois, Leandro diminuindo para o representante de Ubá. Em seguida, Guilherme empatou. Detalhe: na súmula o árbitro assinalou o gol para Leandro. E, para finalizar, o gol que deu números finais a partida. Leandro de cabeça fechou o placar.
ASSISTA

                      
Com arbitragem de Cosme Gervásio Paulino auxiliado por Cristiano de Almeida Brito e Antônio Edyon, São João jogou e perdeu com Erick no gol; Allison(Hugo), Nícolas, Marquinhos e Hamilton; Gustavo, Léo e Gustavinho; e na frente Vitinho, Charutinho e Daniel. Técnico: Ayupe.
O Bonsucesso jogou com Diego; Guilherme, Hudson, Pedro e Matheus;  Diney, Max(Samuel), Emerson e Luan; Wender e Leandro. Técnico: Ferrari.
Mais registros:  CLIC NAS FOTOS PARA AMPLIAR
 São João Nepomuceno

 Antônio Edyon, Cosme Gervásio Paulino e Cristiano de Almeida Brito

  Vitinho autor do primeiro gol do jogo aos 25 segundos do primeiro tempo.

 Charutinho fez o segundo.

 Leandro artilheiro da partida.

 Guilherme marcou o gol de empate(o juiz deu o gol para Leandro)

Luan virou para 3x2.
Abraço a todos e até a próxima se Deus quiser!

domingo, 15 de fevereiro de 2015

MANOEL SATURNINO DA SILVA, O NECA

CLIC NAS FOTOS PARA AMPLIAR
Nascido em São João Nepomuceno, no dia 02 de abril de 1914, Neca teve 12 filhos. Do primeiro matrimônio, José Luiz e Olívia Maria. Depois, casou-se com Ernestina de Oliveira Silva e teve mais dez: Saulo, Simão, Estevão, Tiago, André, Débora, Betânia, Macedônia, Junia e +Sarah.
Atleta de estilo e rara categoria, jogava com elegância no intuito de agradar o torcedor. Neca atuou pelo Botafogo, Mangueira e Operário. No início da década de 40 foi jogador de futebol profissional do Bangu Atlético Clube do Rio de Janeiro. Após se desligar do time de Moça Bonita, especializou-se na arte de pintar paredes. Era requisitado pela alta sociedade Carioca,  tal sua habilidade e perfeição no acabamento com pinturas.

Devido o cuidado com a saúde, Neca prolongou sua participação no futebol. Tanto é que, no final dos anos 40, Dr. Mário Zágari resolve trazê-lo para reforçar o time Baeta.
Heber, Moacir Delgado, Egon, Neca Beraldo e Deco Mendes.
 Fato engraçado
Conversando com Paulo Gotti ele relatou o seguinte: “Lá pelo início dos anos 50,  Dr. Mário Zágari cansado de perder para times de Rio Novo( Botafogo, Operário e Mangueira encontravam dificuldades contra os times Rionovenses ), e, também, na intenção de incrementar o futebol de São João, trouxe de volta o Neca Beraldo que seria um reforço e tanto para o time Baeta. Neste mesmo período, o 15 de Novembro de Rio Novo tinha um ponta esquerda de nome ou apelido Gegeno. Ele era funcionário do Estado e, nas horas de folga,  levava pães de Rio Novo para o comércio de Furtado de Campo. Pois bem! Jogo marcado na cidade de Rio Novo para 15 de Novembro e Mangueira. O primeiro tempo mostrava um jogo equilibrado até que Neca, estrela principal do Mangueira, passou por dois adversários e fez o gol. Na comemoração passou pelo Gegeno e disse: “ Manoel Saturnino da Silva, o Neca, Mangueira 1 a zero.” Gegeno, humilde, ouviu calado.
Recomeçado o jogo, não demorou muito para o 15 de Novembro empatar. Gegeno pegou a bola e, também, driblou dois ou três, entrou na área do Mangueira e fez um golaço. Após o gol, Gegeno voltava para nova saída de bola quando passou pelo do Neca e disse: “Gegeno, entregador de pão Rio Novo/Furtado de Campo; 1 a 1.” Paulo Gotti.
Fã da nobre arte, o boxe, Neca gostava de simular golpes de direita e esquerda, com cruzados, jeb, diretos e ganchos. “ Olha a cutelada hein!” Referindo-se a uma cotovelada... Sempre terminava as frases verificando se estávamos entendendo o que ele falava: “ compreende?
Raimundo Afonso, o Macu, conviveu com ele no tempo das peladas na quadra do Mangueira e, também, nos treinos de boxe na casa do Neca.
“O Neca levava eu e o Claudinho Manzo para treinar boxe na casa dele. O Simão e o Saulo também participavam. De luvas, o Neca soltava o braço.
Um dia, o Neca deu uma no Claudinho que caiu meio desacordado e o sangue escorreu. Aí eu gritei: O Claudinho morreu! O Neca foi lá dentro, trouxe um balde d’agua e jogou na cara dele dizendo: Morreu não! O Claudinho levantou meio “zonzo”. Eu saí correndo, pulei a janela, e até hoje não voltei lá.” Finalizou Macu dando gargalhadas.
Desculpem mas não sei o nome de todos. Só conheci o Dr. Renê Mendonça(2º agachado da esquerda para direita) e o Neca( o 4º agachado da esquerda para direita)
O Neca era muito brincalhão e nervoso também. Sabendo disso, a turma aproveitava. Ílio da Silva Pinto, o colero, também tem um “causo”
“Foi um Mangueira e Botafogo no antigo campo atrás da Igreja Matriz. Eu jogava pelo Botafogo e o Neca, já estava em final de carreira, jogava pelo Mangueira. Nilo, filho do Nilo Rocha, jogava do seu lado. O goleiro do Mangueira chutou uma bola para frente. O Nilo saltou e não conseguiu alcançá-la. Ela passou e quando o Neca ameaçou ir na bola eu puxei de calcanhar e disse: Sai pra lá “negão”! Você é bananeira que já deu cacho. Ele ficou muito bravo e me procurou o jogo todo para me dar um sacode.” Terminou sorrindo.
Operário Futebol clube - Pepé, Schimith, Tuca, neca e Gabriel
Obrigado aos amigos Paulo Gotti, Raimundo Afonso e Colero pela colaboração nos “causos”. Também ao amigo/irmão Eduardo Ayupe pelas fotos que ilustram este blog e Junia Malta da Silva pelas informações sobre seu Pai.
Teófilo Barbosa, Cacau, Edalmo Pimentel, Bimba, Lelé, Heleno”Preto”, Gregório e Carradinha.
Agachados: Braz”Peru”, Floretinho, Neca, Gabriel e Wanderlei.
Abraço a todos e até a próxima se Deus quiser!

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

ÍLIO DA SILVA PINTO, O COLERO

Mangueira1x2 Botafogo 24.05.59 
Tesourinha, Paiva, Quirino, Zé Heleno, Zé Acrísio, Ivan e Ribita. 
 Wanderlei, Sebastião Matos, Colero, Pilintra e Brazinho
Talvez, até hoje, a entrevista mais difícil. Colero sempre se esquivava dizendo: “Depois a gente conversa.” Desta vez, não foi diferente. Quando me aproximei, ele disse : “Hoje estou muito nervoso. Não quero falar nada.” Mas como foi amigo do meu saudoso Pai e, também,  trabalhou comigo no Banco de Crédito Real, disse-lhe: Conversando você se acalma... E, a partir de agora, saberemos que Colero nasceu no dia 21 de abril de 1937, e deu seus primeiros passos no cenário futebolístico, aos 14 anos, treinando no juvenil do Operário Futebol Clube sob o comando do Sr. José “Embaúba.”
“Depois fui para o Mangueira treinar com o Sr. José Américo Campos. No Baeta cheguei a jogar no segundo quadro e tive a oportunidade de enfrentar o Botafogo. Perdemos por 4x0.”
BOTAFOGO
Este jogo entre Mangueira e Botafogo foi a última partida do campeonato. Terminada a competição fui jogar no juvenil do Botafogo; Clube de onde nunca mais sai.
FATO MARCANTE
“Participei da primeira goleada da história entre Botafogo e Mangueira. Foi no campo do Botafogo, e, vencemos por 5x0. Marquei um gol do meio campo. Aconteceu uma falta e o Zé Heleno queria bater. Eu antecipei e soltei o pé. O Sebastião Matos também marcou; fez dois. Na oportunidade, o Bezerra se machucou e colocaram o Zé Ronaldo no gol. Eles tinham que ter colocado o Raul no meio de campo para me marcar. O Mangueira optou por deixá-lo na lateral direita e eu deitei e rolei.
Me marcar era difícil, pois, eu não parava mesmo. Era enjoado, mau, não era burro...“  Finalizou sorridente.
Outro jogo marcante foi em Bicas. Digo marcante porque era difícil vencer o Sport em Bicas. O goleiro deles era o Pedro”lençol” e nós vencemos por 1x0. Gol meu.
Também participei do jogo em que o Botafogo venceu o Mangueira pela primeira vez em seu campo. Onde, hoje, é o Parque de Exposição. Vencemos por 2x1. ( FOTO ).  
Na verdade, perdi poucas partidas para o Mangueira.
Na véspera dos jogos, qual jogador que lhe tirava o sono? Por ser bom marcador ou  desleal.
Zeuks. Era de Juiz de Fora e jogava pelo Sport ou Leopoldina de Bicas. Um ótimo zagueiro.
UMA PASSAGEM ENGRAÇADA
“Eu morava em Muriaé e jogava no Paulistano; time de lá. E vim a São João para um jogo contra o Mangueira. Na verdade, me confundi, pois, a partida era amistosa contra o Serrano de Bicas. Como não estava treinado, o técnico Ari Teixeira me disse que não haveria possibilidade de me escalar: “Se alguém te ceder a vaga, aí sim, você pode jogar.” Disse o Ari. Fui perguntando um por um pra ver se alguém deixava eu jogar. Adivinha quem deixou eu jogar no lugar dele? O bobo do seu Pai. Ganhamos de 10 a 0 e nunca mais sai do time.”
Gabriel Nascimento, saudoso e amado Pai, é o bobo a quem ele se refere. Era amigo dos amigos.
OUTROS TIMES
Joguei pelo Pombense e América de Rio Pomba, Paulistano de Muriaé, fui campeão com o time do Banco Credireal em Juiz de Fora, São Paulo e Niterói. Joguei no 15 de Novembro de Rio Novo, Flamenguinho de Carlos Alves, Coronel Pacheco. Joguei em um monte de time.
SELEÇÃO DE SÃO JOÃO NO PERÍODO EM QUE COLERO ATUOU.
“Goleiro eu convocaria um monte. Onei (Ratinho) foi um senhor goleiro. Mas não posso esquecer do Quirino, Bezerra(dentro da área era tudo dele), Barrosão e Welington Itaborahy. Laterais: Miguel Pullier, Heleno”preto” e Paiva pela direita; Ribita e Milton(irmão do Paiva) pela esquerda. Zagueiros: Zé Marcelo e Kim Kim (irmão do Gilson “dura”). Meio campo: Memé, Sarrafo, Mesquita, Gabriel Nascimento, Vadinho Louzada e Neca Beraldo. Atacantes: Carlinho Chimbira, Wanderlei de Itamarati de Minas,  Sebastião Matos, Jair(irmão do Tuca), Roque”da Manoelina” e Moacir Delgado.
Zé Acrísio, Onei, Paulo Onofre, Zé Heleno, Adalto, Alfeu, Valéria Velasco e Milton. 
Arlindo, Nílton, Colero, Sebastião Matos, Vanderlei e Zé Geraldo.

Obrigado ao amigo Colero pelo carinho e atenção.
Abraço a todos e até a próxima se Deus quiser!

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Primeiro encontro dos Heróis da Zona da Mata - 1 9 7 8

Getúlio Machado, Welington, Deco, Botti, Zé Carlos e Maurício.
Anginho, Samaroni, Carlinhos, Zim Caeira e Paulo Afonso

Há exatos 37 anos, o Operário Futebol Clube conquistava o inédito título de Campeão da Zona da Mata. Competição organizada pela Liga de Futebol de São João Nepomuceno-MG (com apoio das Ligas de Além Paraíba, Leopoldina e Bicas), contou com a participação das seguintes equipes:  Independente F.C. e E.C. Operário de Além Paraíba;  Recreio E.C. de Recreio;  Volta Grande F.C. de Volta Grande; E.C.Ribeiro Junqueira e União E.C. de Leopoldina;  Leopoldina F.C. de Bicas; Botafogo F.C. e Operário F.c. de São João Nepomuceno. Na semifinal o Operário eliminou o Ribeiro Junqueira ( perdeu por 1x0 em Leopoldina; venceu em São João por 4x0 com quatro gols do atacante César de Rio Pomba e venceu a terceira e decisiva partida em Além Paraíba, campo neutro, por 1x0 gol de Samaroni ). O Leopoldina de Bicas foi o adversário da grande final. Primeiro jogo em Bicas empate em 2x2 ( dois gols do Lace para o Leopoldina e dois do Weber, atacante de Visconde do Rio Branco,  para o Operário ). No jogo de volta, campo do Botafogo, o Operário venceu pelo placar de 2x0. Anginho fez o primeiro e Weber deu números finais ao jogo.

Ouça os gols da última partida na narração de  Magela Soares Medina, nosso Geraldo Magela,  e, comentários de Joanílson Furtado Vale.
CLIC NO PLAY E VOLTE NO TEMPO!!!

video
E neste dia 18 de janeiro de 2015, o Casarão do Deco foi palco para o primeiro encontro, depois de 37 anos da conquista, dos heróis daquele certame. Lá estavam:  Botti, Samaroni, Weber, Deco, Anginho, Zim Caeira, Welington Itaborahy, Mauricio Bruneu, Aílton Magalhães, Carlinhos "Mário Kemps", Paulo Afonso Pimentel e Zé Carlos Santiago. Somente o César não pode comparecer.
Foi emocionante! A cada chegada de um campeão, uma explosão de alegria, abraços, choro, fotos... Cada um querendo contar um caso; falar do momento que marcou na competição. O jogo mais difícil, o gol mais bonito e as defesas espetaculares do Welington...
O Operário foi muito bem representado pelo diretor/torcedor Getúlio Machado que levou a bandeira do Clube e as camisas para foto histórica.
Não podemos deixar de registrar a presença do goleador Lace do Leopoldina de Bicas. Talvez, o atacante que mais trabalho deu a defensiva alviverde. Isto mostra o espírito esportivo. Naquele tempo, “inimigos mortais” dentro de campo. Hoje, amigos inseparáveis fora dele, como é o caso do Deco e o Lace.
A confraternização começou às 09 horas e só terminou ao anoitecer. Os organizadores ofereceram um delicioso almoço com refrigerante e muita cerveja gelada.
A festa terminou com a promessa de novo encontro o mais breve possível.
No vídeo abaixo, entrevista do artilheiro Weber, mais um papo descontraído entre Botti, Lace e Deco, tendo Fernando de Lélis como “mediador” e os depoimentos emocionados de alguns jogadores como Botti, Samaroni, Deco, Anginho e Mauríco Bruneu.
ASSISTA.

                  
Mais registros:
Clic na foto para ampliar
Não dei conta de nomear todas as fotos. Mas, identificarei algumas.

 Zé Carlos, Botti, Welington e Deco.


 Momento histórico: reencontro de Botti e Lace. Os dois foram expulsos no início do jogo final.

 Paulo Afonso, Deco, Botti e Zim Caeira. E o Pai do Anderson.

 Botti, Aílton Magalhães e Deco.

 Zé Carlos, Botti, Welington, Deco.
Anginho e Samaroni.



 Zé Carlos, Anginho e Sr.Wilson Pai do Lace.

 Maurício, Anginho e Botti.

 Zé Carlos e Carlinhos"Mário Kemps".


 Getúlio Machado, Samaroni, Anginho e Botti.









 Momento de grande emoção foi a chegada do Weber.

 Braz"canguru"Fernandes, Samaroni, Weber, Anginho e Deco.




 Botti mostrando a Weber a foto do time que jogou a grande final.


 Weber concedendo entrevista a Fernando de Lélis-Rádio Difusora.



 O abraço emocionado de Botti e Weber.


 Weber se preparando para tirar a foto histórica.


 Fizeram outra foto após a chegada do Weber.

 Weber e o carinho com os torcedores.


 Troféu de Campeão da Zona da Mata.

Parabéns a todos os envolvidos neste emocionante e histórico encontro. Fica aqui o nosso eterno agradecimento a vocês que honraram a camisa gloriosa do Verdão do Bairro São José. Por compromisso que não pode adiar, somente o César de Rio Pomba não esteve presente. O restante dos ausentes estão do lado direito do Pai, em outro plano espiritual.

Abaixo. a foto de todo o elenco campeão da Zona da Mata 1978.
Clic na foto para ampliar
+Netinho soares(técnico), +Arnô Rodrigues e Luís Parreira(diretores), +Frankilin, Tizil(não jogou o campeonato), Paulo Afonso, Maurício, Aílton, Deco, Anginho, Botti, Elísio(não jogou o campeonato), +Ademir e Welington.
Samaroni, +Bolotinha, +Jorge Bengó, +Giggio, Zin Caeira, Zé Carlos, Carlinhos, César e +Gasolina(massagista). O mascote é Weber Martins, o Webinho filho do Carlos Mauro.

Abraço a todos e até a próxima se Deus quiser!